Em destaque

O que significa Incoterms?

Incoterms é um termo em inglês que é a abreviatura de International Commercial Terms, que em português significa “Termos Internacionais de Comércio”.
Consistem em normas padronizadas que regulam alguns aspectos do comércio internacional, que determinam quem paga o frete da mercadoria, o seu ponto de entrega, e quem deve fazer o seguro, entre outras coisas. Os Incoterms são muito importantes para que a pessoa que vende para o exterior possa calcular todos os seus gastos. É relevante referir que as normas determinadas pelos Incoterms só são
aplicadas entre exportadores e importadores, não sendo aplicadas às empresas transportadoras, seguradoras e despachantes.
Normalmente os Incoterms são representados por siglas de três letras. Alguns exemplos de Incoterms são: FOB, CIF, CIP, EXW, DAT, etc.
Segundo a sua origem, os Incoterms foram criados em 1936 pela Câmara Internacional do Comércio, e as suas normas foram atualizadas várias vezes, com base nos desenvolvimentos na área da logística e das estratégias negociais. Os Incoterms foram criados para dar resposta ao vários conflitos entre exportadores e importadores, que ocorriam por erros de interpretação nos contratos.

Oportunidades e Riscos para o setor Logístico no cenário da Covid.19

Sabemos que a crise gerada pelo vírus Covid.19 tem afetado diversos setores, incluindo a logística internacional e nacional, mesmo sendo um dos únicos setores a ser considerado como atividade essencial, porém, os desafios ainda permanecem e em alguns casos se acentuam, cumprimento de prazo para entregas, competitividade e gestão.

Se tratando de uma crise considerada mundial, o impacto nas bolsas de valores e no setor de suprimentos já eram imaginados.

Após ser declarada como pandemia pelo Orgão Mundial de Saúde (OMS), as operações internacionais foram atingigas significativamente devido as restrições impostas e exigidas por governos mundo á fora.

Mas afinal, quais os riscos e oportunidades para o setor nesse momento tão delicado ?

RISCOS

  • Valor do Frete: com as dificuldades para o despacho de mercadorias devido á crise, o valor do frete é onerado, um grande desafio para a situação atual, que por si só já é complicada . O aumento da demanda se deu para contratações emergenciais, para abastecimento de países, estados e munícipios, por sua vez houve uma redução de oferta, haja visto que muitas transportadoras e autônomos tem adotado o isolamento social, causando impacto negativo no resultado de muitas organizações. Além disso, empresas tiveram suas operações comprometidas e diminuídas drasticamente, enquanto os custos de transporte seguem aumentando.
  • Aumento de custos para as empresas: Para aqueles casos de empresas que insistem em trabalhar em seus estabelecimentos, obrigações sanitárias elevaram o custo tradicional, pois precisam seguir protocolos do Ministério da Saúde, adquirindo produtos como álcool em gel, máscaras, testes e equipamentos de proteção individual (EPI).
  • Longa espera para retomada total do setor: Empresas não consideradas essenciais estão comprometidas, sem previsão de volta para 100% de suas atividades, afetando diretamente seus clientes e literalmente transformando o problema em “uma bola de neve”.

OPORTUNIDADES

  • Revisão de processos: Esse é o momento considerado ideal para sentar, questionar, debater, organizar e repensar seus processos.

Como tem sido para sua empresa nesse período de crise ?

Como está sendo feita a gestão dos seus processos logísticos ?

Quais as estratégias que devo adotar para a volta ?

Consigo melhorar a eficiência dos meus colaboradores ?

É possivel reduzir custos mesmo com toda essa situação ?

  • Implementação de Tecnologia: Além de ser considerado um excelente momento para a revisão de processos, agora é um ótimo momento para avaliar e contratar tecnologias de ponta para aplicar na sua operação logística. Pensando em otimizar seu fluxo de trabalho, reduzir custos, aumento de produtividade operacional, previsibilidade, ajustar seus colaboradores a trabalharem em sincronia e aplicar um compliance exigente dentro da sua organização.
  • Indicadores de desempenho: Indicadores de desempenho são ótimos para que sua empresa tenha previsibilidade de gastos com logística, gestão de entrega, eficiência dos seus fornecedores de frete, melhores condições de negociação com transportadoras e agentes, além do ganho efetivo de tempo na hora de cotar seus fretes .

A Xmodal pode auxiliar sua empresa e descomplicar seu setor de Logística, trazendo todas essas oportunidades para sua organização.

Como diz o ditado: ” Enquanto uns choram, outros vendem lenços”.

Entre em contato e saiba mais sobre nossa solução: https://xmodal.com , pelo telefone (43)3357-6797 ou via email contato@xmodal.com.br

O Impacto da epidemia Coronavírus

Enquanto a situação do COVID-19 na China começa a se estabilizar, os efeitos do vírus sobre a saúde pública e a economia estão sendo sentidos cada vez mais em outros países da Ásia, Europa e Américas.
Como empresa que atua no mercado global e em contato direto com inúmeras comunidades ao redor do mundo, nossos pensamentos estão com nossos colegas, clientes e fornecedores que estão trabalhando incansavelmente para superar os desafios únicos trazidos por esta situação.
Estamos monitorando cada etapa dos acontecimentos e adaptando nossa resposta diariamente. Nosso foco é proteger a saúde e a segurança de nossos colaboradores, e garantir que as operações de nossos clientes continuem da forma mais tranquila possível durante este período difícil. Fornecemos continuamente informações aprofundadas aos nossos colegas de vendas e de operações, para que possam dar o suporte necessário a nossos clientes com as orientações mais atualizadas e pertinentes possíveis.

SITUAÇÃO GERAL NA CHINA
Aos poucos os negócios estão voltando ao normal. Com exceção da Província de Wuhan/Hubei, as fábricas em todo o país estão retomando a produção, com uma variação na mão-de-obra atual entre 50 e 80%. Àqueles que viajaram de outras províncias, ainda é imposto um período de quarentena de 14 dias. Esta quarentena está implicando diretamente tanto na força de trabalho de transporte quanto na força de trabalho em geral. Esperamos, portanto, que a produção volte à capacidade total até o final deste mês de março.

SITUAÇÃO GERAL NA ÁSIA-PACÍFICO, EUROPA E AMÉRICAS
Estamos monitorando a situação diariamente, em particular na Coreia do Sul, Itália e França.
Abaixo disponibilizamos uma atualização detalhada de como o COVID-19 está afetando os transportes.


IMPACTO NOS TRANSPORTES:

MARÍTIMO
Embora a demanda seja atualmente limitada, a maioria dos portos chineses estão totalmente operacionais. O porto de Wuhan também está gradualmente retomando as operações.
Como a produção na China aumenta mais uma vez, uma maior pressão será colocada sobre os recursos. As fontes, incluindo a Lloyd’s List Intelligence, indicam que existe atualmente uma escassez de equipamentos. Estamos cientes do congestionamento grave nos portos de Xangai, Tianjin e Ningbo, devido à coleta lenta de contêineres. Isso significa que muitos contêineres de importação ainda não podem ser aceitos ou transferidos para os armazéns chineses. Há também uma escassez de plugues para contêineres refrigerados em terminais de embarque.
Até que a China retorne à regularização dos volumes de produção, os armadores continuarão a operar com omissões seletivas de navios até o final de março. Esta interrupção está atrasando o reposicionamento de equipamentos em regiões-chave ao redor do mundo, resultando em escassez de contêineres na América do Norte, América Latina e Europa, e o cancelamento de partidas até meados de março.

AÉREO
A situação geral em relação aos aeroportos e liberação aduaneira na China está melhorando gradualmente. Apenas o aeroporto de Wuhan permanece fechado para o tráfego comercial.
A Coreia do Sul viu uma redução de mais de 70% nos voos de passageiros partindo ou voltando da Ásia, e 20% menos voos de passageiros indo e vindo da EMEA e das Américas. Embora os cargueiros continuem operando, notamos que a capacidade global é limitada.
A redução da capacidade causada pela atividade limitada de voo de passageiros também está ocorrendo no Japão e no Vietnã.

RODOVIÁRIO
No geral, os transportes rodoviários na China continuam se recuperando. No entanto, ainda exigem reservas antecipadas na China Ocidental.
A operação transfronteiriça para caminhões de ida e vinda de Hong Kong (SAR, China) permanece normal. A fronteira China/Vietnã (fronteira com Pingxiang) retomou as operações em 17 de fevereiro de 2020, e após a remoção da cota de movimento dos caminhões, a situação está melhorando gradualmente.
Para o transporte transfronteiriço para países da Ásia Central, a fronteira China/Cazaquistão (fronteira com Horgos) permanece fechada até meados de março. O transporte de caminhões para a Europa através da rota China/Rússia (fronteira de Manzhouli) continua normal.
Atualmente, não vemos impactos operacionais no serviço de caminhões transfronteiriços entre os países da ASEAN.

SOLUÇÕES PARA EMBARQUES URGENTES
Continuamos comprometidos a atender nossos valiosos clientes. Além de trabalhar em estreita colaboração com parceiros para fornecer soluções para embarques, também ativamos modos de transporte alternativos e soluções de rotas para dar suporte às suas necessidades de negócios.
A saúde e a segurança de nossos clientes e colaboradores continua sendo nossa prioridade máxima.
Agradecemos a compreensão e apoio durante este período.

Atualização dos Incoterms para 2020.

No dia 01 de Janeiro de 2020 entrou em vigor a atualização dos Incoterms. Um conjunto de termos comerciais internacionais usados no transporte de mercadorias.

Destacam-se 5 mudanças:

  • Deliver at Terminal (DAP) agora é Delivered at Place Umbaded (DPU), para traduzir melhor a necessidade moderna da flexibilidade e eficiência em um local de descarga;
  • O Free Carrier (FCA) facilita aos vendedores a obtenção de pagamento por parte do banco do comprador.  Os vendedores frequentemente são obrigados a apesentar aos bancos uma notação provando a entrega de mercadoria. Como muitas vezes existe um transporte intermediário por caminhão, existe também a instrução de emissão do conhecimento do mesmo;
  • O CIP (Carriage ans Insurance Paid) requer cobertura de seguro pelas cláusulas do Institute Cargo Clauses. Não houve alteração no Seguro de Custos e Frete;
  • Os termos estabelecem que o vendedor pode organizar o transporte conforme necessário. Com isso, há uma gama maior de soluções do que a contratação tradicional, assim os vendedores põem incluir seus próprios métodos como caminhões e aviões na entrega de mercadorias;
  • Com requisitos mais seguros, a confiança na exportação e importação aumentou. E, 2020 com novas e mais especificas responsabilidades e segurança relacionadas e bens, valores e documentos em termos comerciais.

Os termos padrão utilizados são:

  1. O Ex Works (EXN): o vendedor entrega ao disponibilizar a mercadoria ao comprador;
  2. Free Carrier (FCA): o vendedor entrega a mercadoria ao transportador ou ao agente nomeado pelo comprador;
  3. Carriage Paid To (CPT): o vendedor entrega a mercadoria ao transportador ou ao agente nomeado pelo comprador e paga pelo transporte internacional;
  4. Carriage e Insurance Paid To (CIP): o vendedor entrega a mercadoria ao transportador ou ao agente designado pelo comprador e paga o transporte internacional e o seguro;
  5. Entregue no local Descarregado (DPU): anteriormente denominado entregue no terminal. O vendedor faz a entrega disponibilizando a mercadoria ao comprador, descarregando a mercadoria em um local denominado;
  6. Entregue no local: o vendedor faz a entrega colocando a mercadoria a disposição do comprador em um local nomeado;
  7. Entregue com direitos pagos (DDP): o vendedor entrega as mercadorias colocando-as à disposição do comprador, desembaraçadas para importação com direitos pagos e prontas para descarga no local indicado;
  8. Livre ao lado do navio (FAS); o vendedor entrega colocando a mercadoria ao lado de um navio nomeado pelo comprador;
  9. Free on Board (FOB): o vendedor entrega quando a mercadoria está a bordo de um navio nomeado pelo comprador;
  10. Cost e Freight (CFR): o vendedor paga os custos e frete para o destino nomeado e entrega quando a mercadoria está a bordo de um navio nomeado pelo comprador;
  11. Custo, seguro e frete (CIF): o vendedor paga os custos, frete e seguro para o destino nomeado e entrega quando a mercadoria está a bordo de um navio nomeado pelo comprador.

Os Incoterms estão mais modernos e equilibram a flexibilidade com a responsabilização de todas as partes.

Para as empresas se prepararem para as mudanças e obterem ainda mais sucesso no encaminhamento de cargas é necessário saber que os Incoterms definem qual parte irá organizar o pagamento e irá tratar das mercadorias durante o transporte.

Os termos contidos no Incoterms sãos essenciais, por esse motivo a Comissão das Nações Unidas os reconhecem como padrão global de interpretação em disputas ou discrepâncias.

Em 2020 os autores do Incoterms, pela primeira vez representarão a China e a Austrália, além de manter a representação dos Estados Unidos e Europa. Juntos fornecem uma abordagem abrangente aos aspectos internacionais de acordos de frete.

Em 30 anos essa é a 4º atualização, pois com o ritmo do comércio a todo vapor, houve a necessidade de revisão.

Incorporar o Incoterms nos contratos é uma decisão voluntária e o tempo é variável. É preciso avaliar os contratos existentes que incluem os Incoterms para assegurar a inclusão e especificar a edição para não ser contestado em uma futura disputa.

Até mais,

Equipe XModal.

Terminal de Contêineres de Paranaguá amplia sua capacidade e se torna o maior porto de Contêineres do Brasil.

O Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) teve um crescimento de 66% em capacidade de movimentação de carga após o término das obras
de ampliação, realizadas a partir do trabalho conjunto do Governo Federal e da operadora do Porto, China Merchants Port Holding Company
 (CMPort). Com isso, o cais da TCP passou de 879 m para 1.099 m de extensão e de 40,75 m para 50 m de largura.

O empreendimento também iniciou a operação de dois novos portêineres fabricados pela chinesa ZPMC (Shanghai Zhenhua Port Machinery Co. Ltd). Com a expansão e a consequente possibilidade do terminal de operar simultaneamente três dos  maiores e mais modernos navios de contêineres em operação na América Latina – além de um navio de transporte de automóveis –, o TCP  passará de 1,5 milhão de TEUs/ano para 2,5 milhões de TEUs/ano em capacidade de movimentação.

De acordo com o diretor de Novas Outorgas e Políticas Regulatórias Portuárias do Ministério da Infraestrutura, Fábio Lavor Teixeira,
este é o maior investimento realizado no setor portuário do Brasil nos últimos cinco anos, e irá impactar diretamente na redução dos
custos de operação dos portos paranaenses. “Haverá um salto de qualidade na operação e um potencial incremento de movimentação, pois temos agora um terminal muito mais eficiente”, afirmou Lavor. “Para que nossos produtos cheguem competitivos ao mercado internacional, é preciso uma logística cada vez melhor. Essa parceria reforça ainda mais os laços comerciais do Brasil com a China, evidenciando que o nosso país é um excelente local para investimentos estrangeiros”, destacou.

A notícia foi publicada em 15/10/2019 na página do Ministério da Infraestrutura.

ANO NOVO CHINÊS

Para a maioria das nações, o Ano Novo é comemorado na virada do dia 31 de dezembro para o dia 01 de janeiro, segundo o calendário gregoriano.
 Já na China, o Ano Novo é comemorado segundo o calendário lunar. Esse período é um dos mais importantes para a sociedade chinesa, pois eles fazem uma pausa no trabalho para festejar com a família. Os primeiros registros sobre a comemoração do Ano Novo Chinês têm aproximadamente 2.000 anos. Essa tradição foi sendo moldada através de lendas, histórias e hábitos. O rito de passagem de ano tem início semanas antes, os chineses costumam limpar seus lares para afastar os maus espíritos.

No 23º dia do último mês lunar, eles oferecem comida ao Deus da Cozinha, que segundo eles é o responsável pela prosperidade familiar. Também costumam colar nas portas e janelas das casas papéis vermelhos com dizeres de bom agouro em dourado, os Tao Fu, para atrair bons fluídos e proteger quem mora ali. O vermelho e o dourado são as cores oficiais da data, segundo os chineses, elas são responsáveis  por trazer boa sorte àqueles que as usam, principalmente em roupas novas. Assim como na comemoração ocidental do Ano Novo, os chineses  consumam reunir-se em família e produzirem uma mesa farta na noite da véspera do Ano Novo Chinês.

Quando o relógio marca meia noite, todos comem um bolinho chinês cozido (conhecido pelos ocidentais como guioza). Os mais velhos presenteiam
 os mais jovens e solteiros com dinheiro, cuja entrega é feita dentro de um envelope vermelho, que por superstição não deve ser aberto na frente de quem presenteia. Logo depois inicia-se a queima de fogos, jogos e brincadeiras, o festejo só termina ao amanhecer do novo ano. Tradicionalmente, no primeiro dia do ano, as pessoas dedicam-se a visitar parentes e amigos. A comemoração só termina no 15º dia do mês, quando acontece a Festa das Lanternas. Cada ano é dedicado a um animal do signo chinês, 2011 é o ano do coelho.

ACORDO PARA FACILITAR COMERCIO BRASIL-CHINA

O Acordo de Reconhecimento Mútuo (ARM) entre o Programa de Gerenciamento do Credenciamento de Empresas da China e o Programa Operador  Econômico Autorizado do Brasil (OEA) foi assinado na última sexta-feira (25/10) durante cerimônia, com a presença do presidente da
República, Jair Bolsonaro, e do presidente da República Popular da China, Xi Jinping, em Beijing, na China.

O Programa de Operador Econômico Autorizado (OEA) é uma ferramenta de facilitação de comércio prevista na Estrutura Normativa para
Segurança e Facilitação do Comércio Global (SAFE) da Organização Mundial de Aduanas (OMA). É também um dos compromissos do Acordo de Facilitação do Comércio (AFC) da Organização Mundial do Comércio (OMC), concluído na Conferência Ministerial de Bali, em 2013.

Os Acordos de Reconhecimento Mútuo (ARM), instrumentos voluntários de facilitação de comércio são assinados entre países parceiros que
 possuem Programa de Operador Econômico Autorizado e que seguem os padrões propostos no marco SAFE. Os principais objetivos de um ARM
 são: reconhecimento das certificações OEA emitidas pela Aduana do outro país; tratamento prioritário das cargas e consequente redução
 de custos associados à armazenagem; comprometimento recíproco da oferta de benefícios comparáveis; previsibilidade das transações; e melhora na competitividade das empresas OEA no comércio internacional.

O Acordo foi assinado pelo ministro da Administração Geral de Aduana da República Popular da China (GACC), Ni Yuefeng, e o Coordenador-Geral de Administração Aduaneira, auditor-fiscal Jackson Aluir Corbari, que representou a Receita Federal no evento.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil. Em 2018, 3.600 empresas brasileiras registraram 80 mil declarações de exportação para a China, no valor US$ 63,93 bilhões, o que equivaleu a 26,7% da totalidade de nossas exportações. Já na importação, 25 mil empresas brasileiras registram 680 mil declarações de importação, no valor de US$ 27,12 bilhões, representando 19,2% de nossas importações.
A China teve, em 2018, superávit comercial de cerca de US$ 352 bilhões em relação ao mundo todo. No entanto, no comércio Brasil e
China, o superávit é do Brasil, de quase US$ 30 bilhões.

A notícia foi publicada em 30/10/2019 na página do Ministério da Economia.

Importação de Embarcações de Navegação para costa Brasileira passa a ter tarifa zerada

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou, nesta quarta-feira (07), a redução da alíquota do Imposto de Importação incidente sobre
 embarcações para o transporte de mercadorias de 14% para 0%. Com isso, empresas que importarem navios terão diminuição de cerca de
40% na carga tributária para a aquisição de embarcações estrangeiras. A medida visa fomentar a cabotagem no país e é reflexo das
discussões do programa BR do Mar, que será lançado, em breve, pelo Ministério da Infraestrutura.

“A iniciativa vai desenvolver o transporte marítimo, dinamizar os investimentos privados na constituição de frota no Brasil, reduzir a barreira de entrada para novos players, ampliar a oferta de transporte marítimo na costa brasileira, reduzir os custos logísticos nacionais e otimizar o uso dos recursos públicos nos investimentos em infraestrutura”, avalia o Secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários da pasta, Diogo Piloni.

Entre as embarcações beneficiadas pela proposta estão, sobretudo, os navios porta-contêineres. Atualmente, 17 navios desse tipo operam no Brasil, sendo que 11 novas embarcações foram incorporadas à frota brasileira, somente entre 2008 e 2015. Dessas, nove foram importadas. Os números comprovam que o mercado ampliou a demanda pela oferta do serviço de transporte pela cabotagem.

Cabotagem

O mercado de cabotagem vem registrando números expressivos nos últimos anos. Segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), entre os anos de 2016 e 2017, o transporte marítimo pela costa brasileira cresceu 3,8% em termos de toneladas transportadas. Somente o transporte de contêineres registrou crescimento de 12%.

A notícia foi publicada em 07/11/2019 na página do Ministério da Infraestrutura.

PORTAL ÚNICO DE COMÉRCIO EXTERIOR

Em setembro de 2019, o Ministério da Economia lançou o novo site SISCOMEX. A mudança teve como objetivo facilitar a busca por informações e serviços públicos de comércio exterior, em um ambiente com visual moderno e de navegação intuitiva.

Em conformidade com o Acordo sobre a Facilitação de Comércio, o SISCOMEX é a fonte oficial do Governo brasileiro perante a Organização
 Mundial de Comércio (OMC) para a disponibilização de informações sobre normas, exigências e procedimentos relacionados ao comércio exterior.

Já alinhado à atual Identidade Padrão de Comunicação Digital do Governo Federal, o site é o ponto de acesso ao Portal Único de Comércio Exterior e a todos os sistemas governamentais necessários para se importar ou exportar. Também apresenta notícias relacionadas ao comércio exterior, manuais, legislação, instruções para integração de sistemas corporativos ao Portal Único e outros serviços de comércio exterior.

A Secretaria de Comércio Exterior e a Secretaria da Receita Federal do Brasil concentram informações de interesse do exportador e do importador nesse novo sítio. A legislação pertinente à atuação no comércio exterior, inclusive aquelas de competência dos órgãos anuentes, é mantida e atualizada periodicamente, bem como toda a informação complementar que possa ser útil aos operadores.

DUIMP (Declaração Única de Importação)

A Declaração Única de Importação (DUIMP) é um projeto criado pelo governo federal, que entrou em vigor em 2018. A medida visa à implementação de mudanças no processo de importação de produtos, focando na melhora do trâmite entre as empresas que trabalham com comércio exterior no Brasil. A ideia foi simplificar, ao máximo, as burocracias presentes na antiga Declaração Simplificada de Importação
(DSI) e na Declaração de Importação (DI).
O objetivo é fornecer o maior número de dados necessários para a importação, em um único sistema. Ou seja, quando o importador for realizar um despacho aduaneiro, não será preciso acessar diversos sistemas diferentes para colocar as mesmas informações, o sistema único integra portais — como o Siscomex e o ERPs — e utiliza os dados fornecidos nas operações de importação.
A Declaração Única de Importação possibilita a parametrização durante o transporte de mercadorias, fazendo com que o produto chegue até o destino já registrado e desembaraçado. Diferente da antiga declaração, a atual permite que seja feita a diferenciação entre carga e mercadoria. Isso é uma vantagem, pois o importador tem a chance de desembaraçar parcialmente as cargas que estiverem em situação de risco ou de análise da segurança.
Atualmente, a DUIMP também faz o papel da Declaração de Trânsito Aduaneiro (DTA), sendo usada na operacionalização da mercadoria entre as principais zonas. Sendo assim, as importadoras já podem nacionalizar qualquer produto que tenha sido
removido, a partir do uso do documento.

Crie um novo site no WordPress.com
Comece agora